Icone Família Sagrada no Egito

Jornada da Família Sagrada no Egito

Icone Família Sagrada no Egito

Leve o menino e sua mãe e fuja para o Egito ” Essas foram as palavras reveladas a São José, no momento quando havia um perigo grande à vida do menino Jesus e sua mãe Maria. Então São José obedeceu as palavras do anjo e fugiu para o Egito com a Virgem e o menino Jesus ao Egito em uma viagem conhecida como Jornada da Família Sagrada

De Palestina para o Egito, o caminho não foi coberta de rosas, mas foi plena de riscos e dificuldades. Percorreram centenas de quilômetros, de burro, escapando do perigo do Rei judeu Herodes que queria matar o garoto. Se acredita que a Família Sagrada saiu de Belém, percorrendo outra rota não comum e atravessou as fronteiras e chegaram à cidade de Rafah que foi o primeiro ponto de entrada para a terra do Egito e que ainda é uma cidade de fronteira. Mais tarde chegaram até El-Arish, uma cidade localizada no litoral do Mediterrâneo, no norte de Sinai.

E continuaram até El-Farama (Tel El-Farama), localizada atualmente no lado oriental da cidade Port Said. Na cidade de El-Farama ficaram um certo tempo, pode ser alguns dias e seguiram a viagem até Tel Basta (conhecida desde a antiguidade como Bubastet) uma das antigas cidades egípcias que foi chamada cidade dos deuses. Tel Basta se localizada perto de El-Zaqaziq (capital atual do província de El Sharqueya no Delta).  Se acredita que a Família Sagrada chegou em Tel Basta e se sentou debaixo de uma árvore e quando a criança Jesus estava com sede e pediu água, e os habitantes desse lugar não gostaram de acolher essa família. São José bateu no chão de um pedaço de ferro ao lado da árvore e apareceu uma fonte de água doce da qual todos beberam.

Durante a estadia da Família Sagrada em Tel Basta chegou um homem dos cidadãos chamado Kellum que os convidou para sua casa onde a família sagrada foi hospitalizada bem e dizem que a bênção da criança Jesus alcançou a casa de Kellum  e sua esposa  Sara que estava doente, mas quando recebeu benções do menino Jesus, a esposa melhorou e ficou sarada. No dia seguinte Maria manifestou a vontade de visitar o templo porque havia celebrações. De tarde levou a criança Jesus e foram com a Sara ao templo da cidade e quando entraram as estátuas do templo abalaram cairam e foram destruídas em pedaços. Muito rápido esse esse evento alcanço a cidade e o governador da cidade pediu investigações sobre a razão disso, e soube que isso aconteceu quando uma mulher que carrega um menino entrou o templo.

Os soldados na cidade foram buscar a criança e a mãe em todos os cantos da cidade e Kellum soube sobre isso e aconselhou a Maria e José a fugir da cidade à noite.  A família Sagrada saiu de Tel Basta agradecendo a ajuda de Kellum e sua esposa Sara. A Família Sagrada continuo a jornada até chegaram a um lugar isolado e desértico em Musturod (El Mahma) e descansaram em baixo de uma árvore e por milagre apareceu uma fonte de água em que a criança jesus foi banhado. Em uma versão se acredita que a Família Sagrada voltou a este mesmo lugar outra vez no seu caminho de retorno para a Terra Santa. Depois, continuaram a viagem com destino a Belbais, localizada atualmente na província (El Sherqeya) cerca de 55 km do Cairo.  Conforme as tradições côpticas, conta que uma havia um funeral e umas pessoas carregavam um sarcófago de uma criança, filho de um viúva nesse lugar, e quando Jesus fez milagre  a criança se ressurgiu. E quando a multidão ouvi  sobre este milagre ficou maravilhada isso estava maravilhada e acreditou no na força do menino Sagrado.

A parada seguinte será Samanoud, localizada ao norte de Belbais. Uma tradição antiga relata que a Virgem foi para preparar pão na casa de uma boa mulher dessa vila, e que Jesus deu bênção a este pão. Mais tarde seguiram o caminho com direção ao oeste, a El-Burulus  e  chegaram a uma vila Chamada ( Shagarat Al Teen ou seja A Figueira) mas não foram bem  recebidos pelos moradores dessa vila, então caminharam mais até chegaram a uma vila chamada (Al Matlaa) onde foram bem acolhidos por um dos moradores dessa vila e deram-lhes o que precisam de comida e bebida. Permaneceram em sua jornada e pararam na cidade  Sakha, onde estavam com sede, e não havia água, neste momento, conforme a tradição, aconteceu que em um uma base de uma coluna, onde o menino Jesus, pisou, o que deixou uma pegada de jesus e ao mesmo tempo apareceu uma fonte de água doce e beberam. A área foi conhecida, mais tarde, como “Bekh Isus“, que significa o calcanhar de Jesus.

Descansaram um pouco tempo em Sakha, e passaram o ramo ocidental do Nilo, e chegaram a Wadi  An-Natrun, uma deserto chamada antigamente (Deserto Shehet). O menino Jesus abençoou este lugar e mais tarde e a partir do século IV D.C  esse local contem muitos mosteiros. Atualmente existem na região e Wadi An-Natrun quatros dos mais importantes mosteiros; o Mosteiro de São Macário, Mosteiro de Bishoy, o Mosteiro As-Sirian e o Mosteiro Paramos. Depois de Wadi An-Noutru se dirigem ao leste, atravessando o rio Nilo para  a margem oriental, e chegaram a El-Matareya e Ain Shams, localizados no leste do Cairo atual, uma das áreas mais antigas do Egito antigo, e em El-Matareya, segundo a tradição cristã, a Família Sagrada descansou em baixo de uma árvore conhecida até hoje como Árvore de Maria, quando a água surgiu por uma fonte feita pelo menino Jesus, onde beberam água e o lugar foi abençoado, e nas águas da fonte a Virgem lavou as roupas de Jesus e jogou a água da lavagem no chão, e depois surgiu  no mesmo ponto uma planta  perfumada conhecida como o bálsamo.

A Família Sagrada prosseguiu o seu caminho com destino a Masr Al-Qadima (El Fustat)  e no seu caminho descansou pouco no bairro Az-Zatoun, no lugar onde existe atualmente uma a  Igreja da Virgem em Zuwayla.

Mais tarde, a família partiu e chegou até o lugar conhecido no Egito antigo pelo nome ”Babilon” ou Babilônia onde ficou uns dias em uma gruta localizada; e depois de 4 séculos uma igreja consagrada ao santos Sérgio e Oakhos foi construída sobre essa gruta. Ainda existe essa gruta dentro da igreja de São Sérgio.

Parece que a Família Sagrada Família não poderia ficar na área de Misr Al-Qadima mais do que alguns dias,  e  seguiram a viagem  em direção ao sul até El Maadi: e ficou  ali um certo período, e atualmente, existe em Maadi a Igreja da Virgem Maria.

De Maadi, a família continua, em direção ao alto Egito no sul, navegando de barco de vela no rio Nilo e ainda existem na igreja de Maadi  a escada de pedra, pelo que, dizem que, a Família Sagrada usou para descer à margem do rio Nilo, e que ainda se pode visitar através um do pátio aberto da Igreja. Navegando no rio Nilo, a família chegou a Bahnasa, uma das vilas antigas da região, onde existem um mosteiro e uma igreja, conhecida pelo nome Igreja da Virgem que ainda tem um poço de água no lado oeste que, dizem que, a Família Sagrada bebeu dele durante a sua jornada.

Continuando para o sul da cidade de Bahnasa, a família chegou a Samalout, atravessenado rio o Nilo para o leste, onde existe, no presente, o mosteiro da Virgem Maria do Monte de Pássaros (Jabal Al Tayr) conhecido antigamente pelo nome (Akors), localizado no lado leste de Samalout. Ali, a família se estabeleceu na gruta que existe atualmente na igreja antiga em Jabal El Tayr que recebeu esse nome porque recebia milhares de pássaros. Também essa montanha se chama Monte da Palma, porque conforme contam que, havia uma grande rocha da montanha estava quase a cair sobre eles, mas Jesus, estendeu a sua mão e impediu a pedra de cair, deixando a impressão da sua palma na rocha.

No caminho passaram por uma árvore alta de Laurel, conhecida como ”árvore, do adorador” localizada a 2 km a sul de Jabal Al-Tair. Acredita-se, que essa arvore que se ajoelhou para Jesus Cristo e, é curioso descobrir que todos os seus ramos caindo em direção ao chão e, em seguida, uma subida com as folhas verdes, por tanto deram o nome árvore do adorador.

Viajando mais para o sul do Egito, a Família Sagrada atravessou o Nilo para o lado oeste em direção  a Al-Ashmonin (segunda Ashmoun) e se acredita, que ocorreu nesta cidade vários milagres e que os ídolos dos templos cairam quedados. Al-Ahsmounin recebeu a bênção da Família Sagrada. Mais Tarde continuaram a jornada e chegaram à vila de Dayrut Al Sharif, onde  ficaram uns dias, e existe atualmente uma igreja consagrada à Virgem, e que neste lugar havia milagres.

Partiram de novo e chegaram até a cidade de Al-Quseya, mas não foram bem acolhidos pelos moradores quando acharam que a estátua da divindade principal da cidade caiu quebrada, e existe uma versão da jornada relata que que Jesus não gostou dessa cidade, por tanto foi destruída, e que o local  antigo foi próxima ao local atual da cidade atual de Al-Quaseya. A família saiu de El Quseya e caminhou em direção a Mir, localizada a 7 km a oeste de Al-Quseya, onde  foi recebida bem pelos locais e ficaram lá vários dias e este lugar foi abençoado por Jesus.

partiram Mir e viajaram até o lugar de Jabal Quskam (Monte Quskam) que está a 12 km de Al-Quseya e a 327 quilômetros ao sul do Cairo, onde foi construido, mais tarde, o mosteiro famoso Al-Muharraq. jabal Quskam é considerado uma das paradas mais importantes que recebeu a Família Sagrada, até que o lugar é conhecido como a Segunda Belém. Acredita-se que a família ficou em Quaskam cerca de 6 meses. O Mosteiro Al-Muaharrq foi construido a pé da montanha ocidental.

A gruta que a Família Sagrada habitou foi considerada por alguns, a primeira igreja no Egito, e no mundo inteiro, se acreditam que Jabal Quskam se aplicam as palavras de Isaías “Naquele dia haverá um altar dedicado ao Senhor no meio da terra do Egito. E no mesmo lugar o anjo do Senhor apareceu a José em um sonho e mandou-lhe regressar à terra de Israel (Mt2-20-2).

Viajaram, depois do Monte Quskam, em direção ao sul, até chegaram à montanha de Assyut, onde existe o Mosteiro Durunka onde existe a antiga gruta, que recebeu a Família Sagrada  como a última parada e depois retornaram à Terra Santa.

Se acredita também, que no caminho do regresso escolherem outra rota, continuando um pouco para o sul até o Monte Assyut onde foram para Jabal Durunka. Em Durunka foi construído, posteriormente, um mosteiro consagrado à Virgem Maria e está localizado 8 km a sudoeste de Assyut.
No final e depois de  mais de uma jornada de 3 anos, retornaram à Terra Santa passando, mas ou menos,pelo mesmo caminho da ida; por Bablión (Masr Al Qadima) , El-Matareya, Musturod, o Delta e atravessaram Sinai pelo norte até Nazaré na Galileia.

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