De verdade,
ficamos sempre maravilhados
diante da grandeza das pirâmides
do Egipto, sobretudo as
pirâmides mais celebres do mundo,
as de Guiza (Gizé) que pertencem
todas à dinastia IV (2680-2650
a.C aprox.), são as de Quéops,
Quéfren, e Miquerinos. Foram
construídas sobre o plató de
Guiza quando a margem do Nilo
chegava naquela época mais perta
da planície do que actualmente.

A pirâmide
de Quéops é uma das Sete
Maravilhas Antigas do Mundo, ao
mesmo tempo é a mais completa e
perfeita no Antigo Egipto. chama-se
també a Grande Pirâmide de Guiza.
Foi construída como um túmulo
gigantésco para o grande rei
Quéops sob a supervisão do vizir
Hemnu. É, sem dúvida, a maior
construção erigida pelo homem
que ainda permanece em pé por
cerca de 5000 anos. Situada na
margem oeste do rio Nilo sobre o
plató de Guiza que tem
originalmente 50 m. de altura,
juntamente com as pirâmides de
Quéfren e Miquerinos. O tamanho
desta Pirâmide é incomparável,
pois ocupa uma área de 52611
métros quadrados, quase 13.1
acres. Supostamente que a sua
área ocupada pela base quadrada
da pirâmide consegue compreender
as áreas das actuais catedrais
de Ferenze, Milão, Santo pedro
em Roma, e Westminster. Cada
lado da base quadrada mede
originalmente 230 m. de
comprimento, actualmente alcance
228 m de comprimento. Também
tinha orginalmente 148 m. de
altura, mas agora tem apenas 137
m. devido a queda da camada
polida externa que cobria as
faces da pirâmide. Além disso,
se inclina segundo um ângulo de
51.52.29 graus. A grande
pirâmide contém cerca de
2,300,000 blocos de pedras
calcárias, cada um se oscila
entre 2.5 e 15 toneladas de
peso.
Alguns matemáticos supuseram que
se conseguissem coratr os blocos
de pedra desta pirâmide em
unidades menores, e cada uma
mede apenas um pé cúbico ( quase
33 centímetros ), formando delas
uma linha estendida em direcção
directa, então iria terminar a
dois terços de distância da
circunferência da terra perto do
Equador. Diz-se que o celebre
General e imperador francês
Napoleão Bonaparte calculou que
houvesse possibilidade de
construir pelas pedars da Grande
Pirâmide um muro gigantésco em
torno da França que mede 3 m. de
altura e 1 m. de espessura !

Na
realidade, o núcleo da pirâmide
é um rochedo, isto significa que
a pirâmide foi construída sobre
uma base sólida de rochas. A
pirâmide de Quéops foi
construída de pedras calcárias
locais da mesma planície,
revestida por fora de uma camada
de pedras calcárias lisas
procedidas da região deTura ( no
sul do Cairo actual ). A fachada
externa da pirâmide -conforme o
historiador grego Herodoto-
estava coberta com gravuras e
inscrições hieroglíficas, mas,
infelizmente esta cama externa
desapareceu por distintas razões.
Diz-se que as pedras polidas da
camada externa das Pirâmides de
Guiza eram exploradas como uma
pedreira que forneciam pedras a
partir do século XIII d.C, e
outra vez eram usados para
costruir edifícios, palácios,
mansões, casas, muralhas,
aqueductos etc.
Os quatro lados da pirâmide
correspondem relativamente com
os quatro pontos cardiais. A
entrada original encontra-se no
lado septentrional no curso
XIII, e neste sentido é curioso
mencionar que a entrada actual
não é a original mas foi aberta
no século IX por abaixo da
entrada original, situada no
curso VI da pirâmide. Foi feita
durante o reinado do Califa Al
Mamoun (filho do grande califa
Haroun Al Rashid) quando havia
uma revolta no Egipto contra o
seu poder, por isso o califa
próprio veio para o Egipto, e
durante sua estadia lhe avisaram
que a Pirâmide de Quéops tivesse
um tesouro gurdado no interior
da pirâmide, quiseram entrar a
pirâmdie, mas não conseguiram
achar a enrtada original,
portanto fizeram uma abertura no
curso VI da fachada
septentrional, que é a actual
entrada usada pelos visitantes,
e esta abertura é conhecida hoje
em dia como a Entrada do Al
Mamoun.
A entrada dirige a um corredor
descendente escavado no núcleo
rochoso da pirâmide e termina
pela primeira câmara do morto,
que foi deixada inacabada,
provavelmente segundo o primeiro
plano da construção foi dedicada
para receber a múmia do rei, mas
quando se alterou o plano e
outra câmara foi escavada no
corpo próprio da pirâmide
conhecida erradamente como a
“Câmara da Rainha !” , mas com
certeza foi dedicada também para
conter o sarcófago do rei, esta
segunda câmara mortuária está
acessível por um corredor
ascendente, mas também foi
deixada inacabada. Enfim o
arquitecto decidiu realizar a
última modificação por construir
a terceira câmara mortuária
dedicada para receber o
sarcófago do rei, esta câmara
completa conhecida como A Câmara
do Rei está acessível por uma
Grande Galeria, pois uma
abertura foi feita no tecto do
corredor ascendente que dirige a
essa Grande Galeria cujo tecto
tem 8 m. de altura. A Grande
Galeria dirige a outra passagem
horizontal que termina por uma
antecâmara e logo a câmara do
rei.

A câmara
Mortuária do rei é o elemento
mais importante na pirâmide. Foi
recoberta inteiramente com
blocos de granito, o tecto
consta de 9 loisas de granito
rosado que pesam 400 toneladas.
O sarcófago de granito rosado ,
colocado no lado oeste da câmara,
foi achado vazio sem a múmia. Em
cima da câmara do rei há cinco
câmaras menores construídas,
cada uma em cima da outra para
aliviar a pressão do peso dos
blocos sobre o tecto da câmara
do rei. Dentro da Grande
Pirâmide não há inscrições
exepto uma única frase escrita
na parte superior da Câmara do
Rei, acredita-se que foi feita
por um dos construtores da
pirâmide. Ali está escrito
apenas a seguinte frase “No ano
XVII do reinado de Quéops (Khufu)”.
De verdade,
ainda o homem olha para as
Pirâmides encantado pela sua
grandeza e beleza, pensando como
se construiram essas estruturas
magníficas. Claro que ainda há
alguns segredos sobre a maneira
de construção deste grande
monumento maravilhoso, mas
segundo as abras dos antigos
escritores e historiadores
clássicos, sobretudo os gregos e
os romanos sabemos que as
Pirâmides foram erigidas
conforme umas umas certas fases,
o primeiro passo era a escolha
do local, pois deve ser um lugar
elevado, na margem oeste do Nilo,
perto de uma pedreira local,
depois, os blocos de pedra eram
trsladados por meio de
equipamentos e meios primitivos
e uma capacidade extraordinária
de organizar e usar milhares de
trabalhadores. O historiador
grego Herodoto quem viveu no
Egipto durante o século V a.C
escreveu que a Pirâmide de
Quéops foi construída dentro de
20 anos, e 100000 (cém mil)
trabalhadores eram usados em
cortar e transferir as pedras e
também nas fases diferentes das
obras de construção, e aqueles
eram substituídos por outros
cada três meses !!. Segundo os
dados oferecido pelo historiador
Diodoro sabemos que a Pirâmide
de Quéops foi construída por
meio de rampas e terraplanagens.
A luz das
hipóteses recenets, acredita-se
que, no início, um local
adequado era escolhido, era de
preferência uma base rochada,
perto de uma pedreira local,
elevado, e perto da margem do
rio Nilo. Logo, havia obras de
medição por meio de córdeis de
linho e fibras de palmeiras. Os
blocos de pedra eram carregados
e colocados consecutivamente de
baixo para cima através de
construir rampas e
terraplanagens em forma redonda
ou ziguezagueada em torno da
estrutura dos quatro lados da
pirâmide, e ao acabar todas as
obras de construção essas rampas
de escombros e barro foram
demolidas. Enfim a pirâmide foi
revestida de uma camada polida
de pedras calcárias brancas.
Usavam-se barcas para trasladar
as pedras calcárias suaves e
lisas procedidas das pedreiras
deTurah e as pedras de granito
provenientes de Assuão ( 1000 km
de Guiza), enquanto usavam
trenos para trasladar os blocos
ao sítio próprio da Pirâmide.
O complexo de
Quéops contem o templo do vale
que ainda está enterrado sob as
casas da vila actual de "Nazlet
El Saman". Além disso existe o
templo mortuário que está
actualmente em ruínas, situado
no lado oriental da pirâmide
cujo chão é de Bazalto, e a
rampa ascendente que liga entre
os dois templos. Em torno da
Grande Pirâmide há cinco covas
de barcas mortuárias conehcidas
como " as Barcas solares". Em
uma delas, em 1954, por acaso,
uma barca de madeira foi achada
desmantelada e intacta. Essa
grande barca de 43 m. de
comprimento foi remontada e está
exposta actualmente num museo no
lado meridional da pirâmide.
No lado
leste da pirâmide de Quéops
encontram-se as pirâmides
pequenas ou subsidiárias, a
pirmieira ou seja a
septentrional é atribuída à
consorte principal do rei Quéops
“Merytites”, actualmente está
com 6 m. de altura. A pirâmide
central pertence - segundo os
recenets estudos- a uma das
esposas secundárias do soberano
egípcio, apesar de que o grego
historiador Herodoto a atribuiu
à filha do rei !! criando uma
história excéntrica sobre o
comportamento pessoal dessa
filha !! A terceira pequena
pirâmide é relativamente maior
do que as outras, tem
actualmente 11m. de altura,
pertence à esposa secundária do
rei “ Henutessen”.
A Segunda
pirâmide de Guiza foi construída
como um túmulo característico
para o rei Quéfren ( Kha-f-Ra),
o filho de Quéops quem reinou
por 25 anos. Quéfren escolheu um
local elevado detrás da pirâmide
do seu pai. A altura original da
pirâmide era 143.5 m. mas
actualmente tem apenas 136 m. de
altura, enquanto que cada lado
da sua base quadrada mede 215 m.
de comprimento. Foi também
revestida de pedras calcárias
lisas, mas actualmente apenas
mantem a parte superior dessa
camada. Tem duas entradas no
lado septentrional; a primeira
-a inferior- que está ao nível
do res do chão, dirige a um
corredor descendente escavado
totalmente debaixo da base
rochosa da pirâmide,
transformando-se depois a uma
certa distância numa secção
horizontal até conduz a uma
câmara mortuária inacabada,
talvez foi a original, mas por
causa de uma alteração,
escavaram outra entrada superior
que dirige a um corredor
descendente, e uma cerata
distância se transforma em
corridor horizontal até terminar
pela câmara do rei que está
escavada inteiramente naspedras
de granito de . Esta câmara é
rectangular e tem tecto ponteado.
No lado oeste da câmara do rei
encontra-se o sarcófago de
granito, a tampa está a pé do
sarcófago deitada no chão,
partida em duas partes. O
primeiro egiptôlogo que entrou a
pirâmide de Quéfren era o
italiano Giovanni Belzoni em
1818. O compelxo funerário desta
pirâmide inclui o Templo
Mortuário situado no leste da
pirâmide, o Templo do Vale
situado ao lado da Esfinge, e a
rampa ascendente que liga entre
os dois templos. Além das 5
covas de barcas mortuárias, se
encontram os vestígios do vale
dos trabalhadores situado no
lado oeste da Pirâmide ou seja
as 91 galerias em que se
instalaram os trabalhadores que
construiram a segunda Pirâmide,
essas galerias acomodavam entre
3500 e 4000 trabalhadores.

A Esfinge de
Guiza está ao lado das Pirâmides,
perto do vale, agacahada sobre
as areias em serenidada sábia.
Com certeza, ainda paramos
maravilhados diante da grandeza
deste monumento gigantésco e
único no mundo inteiro,
esculpida em sólida rocha
monólita com fisonomia altiva, e
um sorriso simples e enigmático,
que brilha com um poder cósmico
quando reflecte os raios do sol.
Esta estátua colossal foi
originalmente um bloco enorme
deixado numa pedreira local
pelos construtores da Pirâmide
de Quéops (Khufu), depois,
durante o reinado do rei Quéfren
( Kha-f-Rá ) foi transformado em
esfinge. É um grande monumento
de pedra calcária local, mas de
uma categoria menos dura do que
as pedras das pirâmides. Foi
recoberta de pedra calcária lisa,
e logo foi pintada, ainda há
vestígios de cores numas partes
do rosto e no queixo. O colosso
tem 57 m. de comprimento e 20 m.
de altura. A esfinge tem corpo
em forma de leão e cabeça humana,
se calhar para indicar as
qualidades da força animal junto
à sabidoria humana. Além da
coragem e a força, o leão,
segundo a mitologia egípcia
antiga indica a protecção, por
isso a Esfinge era considerada o
guardião da necrópole. A cabeça
da Esfinge está representada com
"o Nemes" egípcio tradicional ou
seja o toucado real, a cobra
está adornando a fronte como
símbolo de protecção. A Esfinge
também estava representado com a
barba tradicional real, mas
infelizmente essa barba hoje em
dia está no Museu Britânico em
Londrês. A palavra Esfinge
(Sphinx) foi usada pelos gregos,
mas é derivada da palavra
Hieroglífica "Sŝp-Anĥ" (Sechep-Ankh),
que significa " a imagem viva" e
isto foi durante o tempo do
Antigo Reino, portanto se
acredita que a Esfinge
representa o rei Quéfren, o
quarto rei da dinastia IV (
2680-2560 a.C aprox.).
Comparando os aspectos faciais
da Esfinge com os do rei Quéfren
vamos ver muita semelhança.
Durante a época do Novo Reino, a
esfinge foi conhecida como
(Hr-m-Aĥt) Hor-im-akhet que
significa “Hórus no horizonte”
que foi uma das formas do deus
celeste Hórus. O nome da esfinge
em Árabe é (Abou Al Houl) que
significa “Pai do Horror”, se
calhar por causa do seu tamanho
enorme e os rostos grandiosos.

Entre as Patas
deste monumento colossal
agacahado encontra-se uma estela
de granito conehcida como “A
Estela do Sonho”, que data do
tempo da dinastia XVIII (
1570-1304 a.C aprox.) feita pelo
rei Tutmosis (Tohotmus) IV para
comemorar a sua visita ao local
antes da sua subida ao trono. A
estela relata que um dia de
verão quente quando o rei ainda
era um infante, - por volta de
1450 a.C- , cansado depois de
uma jornada de caça perto da
área, ficou cansado e adormeceu
entre as patas colossais da
Esfinge, sonhou com o deus
Hor-im-Akhet (Hórus no horizonte)
avisando-lhe que ia subir ao
trono do Egipto, pedindo-lhe
afastar as areias que cobriam o
seu corpo. Quando se realizou o
bom agouro recebido pela Esfinge,
Tutmosis IV mandou erguer esta
estela.
Este
templo é considerado um dos mais
preservados templos desse tipo,
data do reinado de Quéfren. Foi
construído de pedras calcárias,
e recoberto com grandes loisas
de granito, por isso as vezes
está conhecido como o templo de
granito. Foi descoberto pelo
egiptôlogo francês Auguste
Mariette em 1852. Tem um plano
quadrado, cada um dos seus lados
mede 45 m. de comprimeto, e 13
m. de altura. A fachada frontal
do templo tem uma inclinação
minuciosa. Em frente da entrada
havia um quiosque que continha
uma estátua do rei Quéfren. O
templo tem duas entradas, a
primeira situada no lado noreste
e a segunda no sudeste da
fachada frontal, talvez houvesse
duas esfinges pequenas em frente
de cada entrada como um sinal de
protecção do templo. Em torno de
ambas as entradas há vestígios
de texto em Hieróglifos, o texto
que está em torno da entrada
nordeste acaba com o atributo
real de Quéfren (mery-Bastet)
que significa o amado da deusa
Bastet que foi figurada como uma
gata preta ou em forma de uma
mulher com cabeça de gata, era
uma deusa importante no Antigo
Egipto, era o simíbolo de
protecção contra a inveja e foi
quem ajuda as mulheres grávidas,
o seu centro de culto era em Tel
Basta "Boupastes" perto da
cidade actual de "Zagazig" na
província de El Sharquia, 100 km
a norte do Cairo. Enquanto o
texto em torno da entrada
sudeste acaba com o atributo do
rei Quefren (mery- Hathor) que
significa "o amado da deusa
Hathor", que foi conisderada uma
das mais principais divindades
durante todas as épocas da
História Egípcia Antiga. Hathor
era a deusa de Amor, alegria,
música e maternidade. Era
figurada na forma de uma vaca,
ou com corpo de mulher e cabeça
de vaca, mas às vezes foi
representada como uma mulher
inteiramente com dois chifres de
vaca sobre a sua fronte e o
disco solar entre eles. As duas
entradas do templo do vale
conduzem a um vestíbulo, cada
vestíbulo por seu turno dirige a
uma antecâmara onde numa cova se
achou um conjunto de estátuas do
rei Quéfren, eram 11 estátuas de
materiais diferentes, de granito,
de pedra calcária, diorito, e
alabastro. Todas essas estátuas
foram transferidas ao Museu
Egícpio do Cairo. Não sabemos
exatamente a causa de enterrar
essas estátuas neste lugar, uns
egiptôlogos acham que os
sacerdotes tinham que as
enterrar no tempo da invasão
como um modo de proteçcão e
conservação, mas outros julgam
que durante a era do
Cristianismo cedo no Egipto, os
fiéis da nova fé tinham que
desfazer-se dessas estátuas,
considertadas obras pagãs, por
isso umas delas foram enterradas.
A Antecâmara dirige a uma sala
em forma da letra "T" com
pilares de granito, lá havia 26
estátuas do rei Quéfren erguidas
entre os 17 pilares da sala. Uns
pesquizadores acham que essas
estátuas se referem aos órgãos
do corpo humano, portanto as
estátuas desta sala foram usadas
para exerecer "o ritual de
abertura da boca", que foi um
ritual simbólico ou mágico
exerecido pelo alto sacerdote à
múmia do rei morto parque a alma
do morto desfrutasse das
oferendas. Ao lado sudoeste
desta sala se encontra uma
entrada que conduz a seis
compartimnetos pequenos de
granito divididos em dois
andares. Acredita-se que quatro
desses compartimentos eram
dedicados para guardar a viscera
do rei, enquanto os outros dois
restantes foram dedicados para
guardar as duas coroas do rei.
Esta sala era iluminada por
aberturas oblíquas horizontais
feitas nas partes superiores das
paredes que admitem a entrada da
luz do sol. No lado extremo
noroeste há uma entrada que
dirige a uma passagem estreita,
termina pela Rampa Ascendente
que liga entre este templo e o
Templo Mortuário de Quéfren. Na
parte final da passagem existe
dois quartos ou armazens; um no
lado direito e outro no lado
esquerdo. Talvez aqui havia dois
sentinelas que não admitiam a
passagem de qualquer pessoa
inautorizada.

O fundador
a terceira pirâmide é o rei
Miquerinos ou (Men-Kaw-Rá) quem
subiu ao trono depois da morte
de Quéfren. Reinou o país por
cerca de 21 anos. É a menor
pirâmide entre as três pirâmides
de Guiza em termos de tamnaho e
altura, pois tem apenas 66.5 m.
de altura, e cada lado da sua
base quadrada mede 108.5 m. de
comprimento. Apenas o meio da
fachada da pirâmide está coberto
de uma camada exterior de
granito e não de pedra calcária
como nas outras duas Pirâmides
de Guiza. Parece que o complexo
sepulcral de Men-Kaw-Rá foi
deixado incompleto por causa da
morte do rei e portanto o seu
sucessor e filho Shepseskaf
completou as obras de construção
mas infelizmente com elementos
de adobes. O Templo do Vale foi
construído basicamente de adobes
ou barro excepto umas partes
especiais como as colunas,
lintéis, e partes dos corredores.
Dentro deste templo quatro
tríades de estátuas foram
achadas, cada uma representa o
rei Men-kaw-Rá (Mequerinos) com
acompanhado pela deusa Hathor e
uma deusa local que simbloza a
um nomo ou província do Egipto
Antigo. Actualmente três tríades
estão expostas no Museu Egípcio
do Cairo, enquanto a quarta
tríade está exposta no Museo de
Artes Finas de Boston nos
Estados Unidos. É curioso
mencionar que apesar de que a
pirâmide de Miquerinos foi
saqueada tal como as outars
pirâmides do Egipto, o
Egiptôlogo Perring achou em 1839
um sarcófago de madeira, partes
de uma múmia, e outro sarcófago
de bazalto, mas infelizmente o
navio que trasladava esses
objectos a Inglaterra afundo ao
largo da costa meridional de
Espanha.