
O rei Djser provavelmente fosse o filho
do último rei da dinastia II Kha-skhmwy ( Hc-Shmwy ). O rei Djser
era o fundador da dinastia III ( 2780-2680 a.C aprox.), sabemos isto
também porque o seu nome foi escrito em tinta vermelha na Lista de
Abydus, o que significa que foi o cabo dessa dinastia. Reinou quase
29 anos, mas há também outros documentos que mencionam que ele
reinou apenas 19 anos. Djser ( Zoser ) era um dos mais celebres reis
da história egípcia. Por outro lado não se sabe muito sobre as suas
guerras e obras, mas a ele pertence o grande complexo funerário de
Saqqara, considerado a primeira construção de pedra na história da
humanidade, graças ao génio do arquitecto e médico Imhotep. Esta
estátua é considerada a estátua mais antiga na história do Egipto
que corresponde - mas ou menos- com o tamanho humano normal. Foi
achada dentro de um quarto pequeno juntado à pirâmide escalonada
conhecido como o Serdab. É de pedra calcária pintada, que é uma
materia flexível e fácil para se formar, mas quando se deixa no ar
fica mais dura. O rei está representado sentado no seu trono, com
uma peruca densa e por cima dela existe o toucado real tradicional
chamado de Nemes, e isto para dar consolidação ao pescoço que é
sempre a parte mais fraca da estátua. Os ouvidos do rei estão
formados claramente para lhe admitir ouvir tudo o que está a ocorrer
perto dele, pois se acredita que a estátua era o lar do Ká ( a alma
ou o duplo do morto). Parece que as incrustações dos olhos foram
roubadas, provavelmente porque fossem feitas de pedras preciosas ou
seja qunado os roubadores entravam os túmulos a primeira coisa que
lhes importava era retirar as incrustações dos olhos da estátua para
não lhe permetir ver o que estava a ocorrer. Na parte inferior da
base há inscrição em Hieróglifos como ao seguinte ; “nsw-bity nhbt (
nkhbt) wadt ( wadjt) nbw ntr ht (ghet) ” que significa “o rei do
Alto e Baixo-Egipto o corpo divino”

Esta tríade foi descoberta junto a
outras três em 1908 pela expedição da Universidade norteamericana
Harvard de Boston. O rei Mequerinos ou Men-kaw-Rá era um dos grandes
soberanos da dinastia IV (2680-2560 a. C aprox.), a quem pertence a
pirâmide terceira de
Guiza ( Guizé ) que tem apenas 66.5 m de altura, e cada lado da sua
base atinge 108.5 m. de comprimento. Mequerios reinou quase 28 anos,
mas faleceu antes de completar todas as obras do seu complexo
mortuário, por isso o seu sucessor Shepses-ká-f conseguiu completar
essas obras mas em adobes. Em 1908 quatro tríades foram descobertas
dentro do templo do vale do dito rei. No Museu Egípcio do Cairo
encontram-se três tríades mientras que que a quarta tríade está
exposta, hoje, no Museu de Artes Finas em Boston. Há duas opiniões
sobre o número verdadeiro dessas trindades no templo do vale; a
primiera acha que havia 30 tríades paraque correspondam com o número
dos nomos ou as províncias egípcias naquela época. A segunda opinião
acha que eram apenas 8 tríades paraque correspondam com os 8 nichos
encontrados no pátio frontal do templo.
De qualquer modo esta taríde é de xisto que era procedido da
região de Sinai e do Deserto Oreintal ( o Deserto Líbico). No Museu
encontram-se três tríades, cada uma representa o rei Men-Kaw-Rá no
centro com duas deusas; a deusa importantíssima Hathor e outra deusa
local menos importante que se altera segundo à província. O rei está
representado com todos os aspectos reais; a coroa branca do Alto-Egipto
chamado de (hedj), a barba falsa, e a saia real (chendit) com um
cinto central. O escultor era muito esperto em mostrar os detalhes
do corpo do monarca sobretudo os músculos das pernas e o peito.
Acredita-se que as mãos do rei estão assegurando uma coisa
desconhecida que pode ser o carimbo real, o lenço do rei, ou pode
ser apenas uma parte da mesma matéria da estátua, e isto para tapar
a abertura na mão com o motivo de evitar a ruína desta parte da
estátua. Nota-se também que o rei está representado tradicionalmente
com o pé esquerdo para frente o que se calhar indica o primeiro
passo da vida dos vivos a vida dos mortos no além-túmulo. E pode
ser- conforme a uma interpretação- um passo de marcha militar. Por
um lado uns historiadores acham que é uma insígnia de monarquia e
nobreza, mas por outro lado há opinião que diga que o pé esquerda
está representada avanzada para frente para dar balança à estátua,
pois segundo a perspectiva dos egípcios antigos o coração fica na
parte direita do pátio, por isso a parte esquerda é mais pesado e
era lógico começar a andar com o pé esquerdo para dar balança ao
corpo.
A deusa Hathor está ao lado do rei, representada numa forma de uma
mulher, assegurando um sinal conhecido entre os egiptólogos como o
(shin) ou seja o símbolo da eternidad. Hathor esta representada com
um vestido estreito e comprido, e o seu pé esuqerdo também está
avançado para frente o que significa que era uma das mais principais
e importantes deusas durante a época das Pirâmides. Ao outro lado do
rei há também a deusa local do nomo ou a provincia XVII que se
chamava Quinópolis, mas não sabemos o nome desta deusa. Nota-se que
os pés da deusa local estão em posicão normal, o que indica que não
era de grande importância. As duas deusas; Hathor e a deusa do nomo
XVII estão tocando suavemente os braços do rei, o que indica uma
relação especial de protecção ao rei.
Na base da tríade há inscrição gravada em hieróglifos:
Primeiro : a parte direita, de Cima para baixo com direção de
direita à esquerda
Registo 1 :
nsw- bity Mn-Kaw-Rc : rei de Alto e Baixo-Egipto
Men kaw- Rá ) Nota-se que às vezes o nome de
Mn- Kaw-Ra se traduz a “Estabilidade da existência de Rá.
Registo 2 :
Mry dt (djt) :
O amado para sempre
Registo 3 :
Ht-hr nbt-nht :
Hathor, senhora do sicomoro
Registo 4 :
m-iswt-nbt :
Em todos os seus tronos
Segundo : a parte esquerda, de cima para baixo, iniciando-se de
esquerda para direita .
Registo 1 :
dd-mdw :
Palavras proferidas
redi ( i.) n. n k. ht ( kht) nbt nfrt: (eu) dei-te todas as
belas coisas
Registo 2
Imyt htp htpw im rsyt todas
estas oferendas são do sul
Registo 3 :
Hc (kha) m nswt-bity dt (djt): que
brilhe o rei do Alto e Baixo-
Egipto para sempre

Esta câmara mortuária data do fim da dinastia V e o início da
dinastia VI. Pertence a um nobre chamado Deshry e foi descoberta
numa mastaba em Saqqara. Como sabemos, os antigos egípcios deram
tanta importância ao além-túmulo, considernado que a morte não é o
fim do homem, mas apenas é uma etapa intermédia entre a vida na
terra e outra vida etrena. Por isso começaram a conservar o cadáver,
mumificando-o, fornecendo o túmulo com todos as coisas, utensílios,
e oferendas necessárias. No período predinástico o túmulo era apenas
uma cavidade oval simples gravada na terra em que o difunto era
sepultado em posição assemlante à posição do bebé dentro da matriz
da mãe, parece que esta posicão indica a ressurreição. Logo,
começaram a cobrir a cavidad com tecto de madeira ou de galhos e
folhas de árvores para proteger o túmulo dos animais, dos roubadores
e da humidade. Logo, começaram e repousar o morto num cofre ou um
sarcófago, que no início era de madeira, e depois era feito de
matérias diferentes, colocando este sarcófago dentro de uma cova ou
um sepulcro, mas mais tarde iniciou-se repousar o sarcófago numa
câmara mortuária construída de pedras. O antigo egípcio tinha que
fornecer o morto com todas as oferendas alimentares, trastes e
utensílios necessários no além-mundo, por isso os parentes do morto
tinham que ir de vez em quando ao cemitério para presentar as
oferendas diante da estátua do morto. De verdade era difícil fazer
isto desse modo, e para evitar a negligência e o esquecimento desses
rituais funerários indespensáveis -segundo as crenças dos antigos-
começaram a enlistar todas as distintas oferendas nas paredes da
câmara mortuária, imaginando que o Ká ou seja a alma do difunto
entra e saí do túmulo, pois eles consideraram que o túmulo era o lar
da eternidade (Pr-nhh) e o Ká precisa de víveres e bebidas para
sobreviver. Assim as paredes da cámara mortuária foram entalhadas
com cenas de vários tipos de oferendas. Eles acreditarvam que o Ká
do morto ia desfrutar dessas oferendas gravadas em relevos quando
leia uma fórmula mágica em Hieróglifos conhecida antigamente como “
a fórmula de Hetep-di-niswt ”. O antigo egípcio, de facto,
acreditava que ao ler esta dita fórmula pelo Ká do morto todas as
oferendas enlistadas nas paredes da cámara se transformam a
oferendas reais. A câmara mortuária é de pedra calcária pintada
trazida das pedreiras famosas de Turah, El Massara, e El Moqqatam.
Dentro da câmara mortuária de Deshry há muitas coisas
representadas, ao lado esquerdo, quase no centro se encontra uma
representação de porta falsa que funcionava magicamente como uma
porta para permitir ao Ká do morto a entrar e sair. Também se
encontram oferendas distintas gravadas nos dois lados; como por
exemplo cabeças e partes de bois, gansos, jarras e vasas que
provavelmente estivessem cheias de água, vinho e cerveja. Ao fundo
há um texto religioso que mostra rezos, hinos, súplicas e desejos
paraque o morto desfrute desses diferents tipos de oferendas
alimentares. Ao lado direito, por cima, há representação de sete
jarras de cor amarela conhecidas como “As Sete Jarras Sagradas”,
pois se acrdita que se referem as jaras que estavam cheias de
líquidos usados no processo da mumificacão.
A fórmula conhecida como Htp di Niswt encontra-se em dois sítios,
uma por dentro, ao lado direito, dedicada ao deus Osíris, senhor do
além-mundo, deus da fertildade, justiça e chefe do tribunal final. A
outra fórmula está gravada na parte frontal superior da câmara, e
está dedicada a Anúbis que era o deus da mumificação e o guardião da
necrópole.
A fórmula de oferendas dedicada a Osíris: (por dentro, direcção
da direita para esquerda):
di niswt htp Wsir nb-ddw ( jdw) hnty (khenty)-imnty inb-3bdw( abdjw)
t-hnqt n f. smr-wc-ty Dsri ( Deshry)
isto significa : Oxalá o rei permita ao
deus Osíris, senhor de Abu sir, chefe do santuário ocidental, senhor
de Abidos, estar satisfeito, dando milhares de pães, e cervejas ao
único companheiro Deshry.
A fórmula de oferendas dedicada a Anúbis ( na frente, da direita
para esquerda):
di niswt htp Inpw tpy- dw-f. imy-wt nb-ta dsr pr-hrw (khrw) t3- hnqt
n f. smr w3cty Dsry
Oxalá o rei permita ao deus Anúbis, quem está
sobre o seu monte, quem está na cidade da mumificação, senhor da
terra sagrada ( a necrópole) estar satisfeito, dando milhares de
pães e cervejas ao único companheiro Deshry.

A estátua do rei Quéfren é uma das mais maravilhosas obras de
escultura em tudo o mundo. Quéfren era um dos monarcas da IV
dinastia (2680-2560 a.C aprox.) quem reinou
quase
25 anos apesar de que uns documentos mencionaram que reinou por
quase 29 anos. A ele pertence a segunda Pirâmide de Guiza e a
Esfinge. Esta estátua foi descoberta junto com outras 11 estátuas
feitas de matérias diferentes dentro de uma fossa feita no chão do
Templo do Vale em Guiza ( Gizé). É uma estátua feita de diorito que
é considerado a pedra mais sólida entre os outros tipos de pedras.
É, de facto, um grande trabalho feito por um grande escultor anónimo,
tendo em conta que dessa pedra os egípcios antigos inventaram
ferramentas de trabalho para cortar as outras pedras. Sem dúvida
esta estátua mostra o génio e o talento extraordinário daquele
escultor egípcio antigo quem conseguiu tratar com o diorito
duríssimo usando apenas ferramentas de pedras e cobre por volta de
2650 a.C aprox. O escultor era grande esperto quando representou
todos os detalhes da estáutua sobretudo os músculos das pernas, dos
braços e do peito. O rei está representado sentado no seu trono com
todos os aspectos reais tradicionais; o toucado real ( Nemes ), a
cobra divina egípcia que porta o disco solar está afixada na frente
de Quéfren como um sinal de protecção, a barba falsa que era um
símbolo de nobreza e realeza. O peito do rei está nu, enquanto que a
saia real ( Shendyt ) cobre a parte inferior. O rei está
representado descalçado pois é uma estátua religisoa que devia
colocar-se num lugar sagrado no templo do vale do rei.
Os dois lados do trono estáo representados em forma de um leão cujas
cabeças estão ladeando os pés do rei enquanto que as pernas do trono
estão representadas numa froma de patas de Leão. Na realidade o leão
simoliza à força do rei e ao mesmo tempo é considerado um tipo de
protecção. Nos lados do trono aparece pela primeira vez o sinal da
unificação das duas terras ou seja em Hieróglifos o emblema de (Sama-Tawy)
mostrando um papiro que consta de uma secção enquanto que o lótus
tem 3 secções, as duas plantas estão unidas, brotando dos pulmões e
a traqueia do rei como se fossem a fonte de vida do Egipto,
simbolizando - provavelmente - a que todas as terras do Egipto
respirem através dos pulmões e a traqueia do rei Quéfren.
Nota-se que apenas detrás da cabeça do rei se encontra o
deus-falcão Hórus que parece um bocadim mais alto do que a cabeça do
rei, mas o escultor esperto nunca admitiu isto aparecer de frente,
os dois; O rei e o deus Hórus são iguais de altura de frente, são a
mesma coisa, pois o rei na terra foi entitulado Hórus, considerado a
encaranção desse deus e o responasável da prosperidade para o povo,
mas por frente nenhuma cabeça deve ser mais alta do que a cabeça
própria do rei divino. Mas porque a figura de Hórus está
representada trás a cabeça do Quéfren ? Simplesmente porque a ideia
da divinidade do rei estava prevalecida naquel tempo, o que deu
prioridade ao rei. Também, talvez para expressar a ideia da
igualdade entre o deus Hórus e o rei, o deus Hórus - segundo as
crenças antigas- governa no céu e o seu representante na terra era o
rei mesmo. Mas há uma teoria artística julga que o falcão Hórus está
figurado desta maneira para dar consolidação ao ponto mais fraco da
estátua que é o pescoço. Além disso, há uma teoria que diga que a
estátua foi esculpida deste modo apenas paraque se refira à tríade
eterna de Osíris, Isis, e Hórus considernado que o deus Osíris foi
representado pelo rei falecido ou a estátua mesma, o trono simboliza
à deusa Isis quem era a esposa do Osíris e mãe de Hórus, pois sempre
um dos mais importantes emblemas dessa deusa é o trono pronunciado
Ist ou st em Hieróglifos enquanto que Hórus está figurado pelo
falcão colocado na parte traseira do pescoço da estátua.
Na base da estátua encontra-se inscrição em Hieróglifiso que se le :
“ Hr-nwbw Hc-f-Rc ntr-nfr Nb-hcw”
Hórus de Nobo ( Hórus o vitórioso), Kha- f- Rá, o deus perfeito,
senhor do esplendor.

Uma das poucas estátuas de madeira que está exposta no museu
egípcio é a marcante estátua de Kaaper que é considerada, de facto,
uma obra uníca em madeira. É feita de madeira de sicamoro, e como se
sabe é uma árvore local, considerada nos tempos antigos da história
egípcia a árovre sagrada da deusa Hathor, pois um dos mais famosos
títulos dessa deusa é “a dama do sicamoro” Habitualmente o
carpenteiro antigo usava o exterior do sicamoro e deitava fora a
parte interna que tem demasiada água.
Esta estátua respresenta um sacerdote chamado Kaper “Ka-c-pr” quem
viveu no tempo
da dinastia V (2560-2480 a.C aprox.), também foi chamado Xeque El
Balad pelos camponeses locais que a acharam numa mastaba em Saqqara.
É uma história engraçada que ocorreu em 1860 quando a estátua foi
descoberta no túmulo do chefe dos sacerdotes leitores Kaaper. Na
realidade, a estátua foi descoberta por acaso pelos trabalhadores
empleados pelo egiptólogo francês Mariette em Saqqara quando
entraram o túmulo escuro pela primeira vez levando archotes nas mãos,
mas quando a luz das chamas pegou a cara e os olhos da estátua
reflecteu aspectos faciais claras e vivas como se fosse um homem
vivo, eles fugiram assustados fora do túmulo gritando em horror que
“ Xeque El Balad, Xeque El balad tornou-se vivo!!” Xeque El Balad
significa o chefe da vila ou o presidente da câmara municipal da
vila quem faleceu recentemente naquela altura. O que aconteceu
exatamente era por causa da incrustação maravilhosa dos olhos, que
parecem verdadeiras, além disso parece que as feições do Kaaper são
muito assemelhantes às do dito chefe morto da vila. Os trabalhadores
correram em horror até a residência do Marriet Pacha, avisando-lhe
do que Xeque El Balad era vivo, por isso Marriete pasha entrou o
túmulo e encontrou esta estátua de sicamoro, e gostou do nome ouvido
pelos trabalhadores dando-o à estàtua que foi conhecido logo como a
estátua do Xeque El Balad.
É uma estátua feita de um único bloco de madeira excepto os
braços que foram juntados ao corpo. O pé direito consta de duas
partes compostas. Kaaper está representado com o seu cabelo natural,
bochechas gordinhas e uma barriga que indica uma vida luxuosa de uma
figura religiosa. A incrustação dos olhos é uma maravilha, pois os
olhos parecem como se fossem verdadeiros e vivos porque as pestanas
dos olhos são feitas de cobre, a brancura é de quartzo ópaco, a
cornea é de cristal rochoso enquanto que a pupila é de resina preta.
O sacerdote está representado vestido de uma saia comprida
relativamente com um nó no centro. Está assegurando uma vara que era
um sinal de nobreza. Acredita-se que a estátua guardava um cetro na
sua mão direita, mas está perdido por uma razão ou outra. Nota-se
que umas restaurações foram levadas acabo numas prtes da estátua
sobretudo na bochecha direita, o pé direito como também o pau não é
o original.

Esta estátua data do tempo da dinastia V ( 2560-2420 a.C aprox.
), p
ertence
a uma figura desconehcida, e foi descoberta na região de Saqqara em
1893. A estátua representa um escriba sentado no chão. A carreira do
escriba era sempre considerada venerada e de de grande prestígio na
sociedade egípcia antiga. Era uma profissão importantíssima, pois o
escriba era a pessoa quem marcava e recordava os acontecimentos
sobretudo os textos religiosos, os impostos e também os decretos
reais. Em geral, não era necessário ser um filho de fidalgo para ser
um escriba mas havia também homens do povo que começaram a sua vida
profissional como escribas simples e con o seu talento e esforço
conseguiram altos ofícios. No Antigo Egipto o escriba tinha títulos
distintos como por exemplo : O chefe do segredo da missão, o chefe
do segredo do céu, o chefe do discurso divino do rei e o chefe das
cosias que ninguem foi admitido a saber.
Esta estátua é de pedra calcária pintada. Está respresentado com uma
peruca comprida. As incrustações dos olhos são maravilhosas; as
pestans dos olhos são feitos de cobre, a brancura é de quartzo ópaco,
a cornea é de cristal rochoso enquanto que a pupila é de resina
preta.
A estátua representa uma figura calma, sentada no chão com as suas
pernas cruzadas. Era a posição normal preferida para escrever
antigamente no Egipto. O escriba está abrendo um rolo de papiro
sobre as suas pernas em quanto que está gurdando uma parte dele na
sua mão. Acredita-se que supostamente a estátua assegurava uma pluma
na mão direita mas está perdida. Também a estátua tinha um colar mas
está perdido provavalemente foi roubado. A estátua parece numa
posição inclinada um pouquinho para frente em sinal como se fosse
dictado por uma pessoa ou estivesse a ouvir palavras para escrever.
Quanto à visão artística; surgiu pela primeira vez duas coisas
características na estátua, primeiro há um espaço entre o corpo e os
braços da estátua e isto é considerado um passo muito avançado na
arte e também a coluna vertebral da estátua está muito bem ilustrada.

São duas estátuas bonitas e uma obra muito avançada na históri
a
da arte devido aos realísticos aspectos faciais e sua claridade de
cores. Provavelmente o príncipe Rá-Hotep era um filho do grande rei
Senefru, o fundador da dinastia IV ( 2680-2560 a.C aprox.). Rá-hotep
tinha vários títulos como : o supremo sacerdote do deus Rá em
Heliópolis, o chefe das expedições, e o director das construções. A
sua mulher, a princesa Nefret foi designada como rekhet-niswt que
significa a conhecida pelo rei, provavelmente fosse da família real.
Estas duas estátuas foram descobertas na região de Maydum ( 70 km ao
sul do Cairo), num túmulo localizado ao norte da Pirâmide de Maydum
quando em 1871 a mastaba do casal Ráhotep e Nefret foi descoberta
pelo egiptólogo Marriete.
São de pedra calcária pintada e representam o casal sentado em
paz com uma visão idealística. Rá-Hotep está sentado com uma peruca
curta ou se calhar é o seu cabelo natural, e o seu braço direito
está cruzado ao peito( símbolo do poder e a força) enquanto que o
seu braço esquerdo está estendido sobre o seu joelho ( símbolo de
paz e generosidade). Também está representado com um leve bigote
preto sobre o lábio superior e em torno do seu pescoço existe um
colar que termina com um amuleto que tem forma de um coração.
Acredita-se que este amuleto foi posto para proteger Rá-Hotep. A
princesa Nefret está representada sentada numa cadeira, os seus
braços estão cruzados sobre o seu peito. Ela leva um vestido branco,
comprido e estreito pelo que os detalhes do seu corpo são notáveis.
A princesa está representada com uma peruca comprida e grande mas
também se pode ver os seus cabelos originais por debaixo da peruca.
Esta peruca está rodeada de um diadema e ornamentada com rosinhas. O
pescoço da princesa está odornado com um colar único de cores
diferentes que indicam a


fertilidade de Nefret, pois a cor
encarnada refere-se ao sangue, a cor verde refere-se à terra
cultivada em quanto o preto claro (o cinzento) simboliza à terra
preta fertilizada ou ao lodo.
De verdade a representação das cabeças de ambas as estátuas é uma
maravilha que mostra a habilidade extraordinária do escultor do
antigo Egipto. Uns críticos acham que a representação da cabeça das
ambas estáuas é uma fase muito avançada na escultura porque ilustram
feições perfeitamente realísticas como se fossem verdadeiras. As
incrustações dos olhos são uma obra fanástica, pois as pestanas são
de cobre, a brancura de quartzo ópaco, a cornea é de cristal rochoso
e a pupila é de resina preta. Nota-se que a cor da estátua do marido
é mais escuro do que a cor da estátua de Nefret que surge mais clara
e mais branca. Provavelmente o escultor queria dar uma reflexão
realística, pois como o homem fica a maioria do seu tempo fora de
casa exposto ao sol a sua pele transofrma-se mais escura ao
contrário da mulher que passa a maior parte do seu tempo em casa.

É um Painel fantástico que mostra três pares de gansos quando
estão a alimentar e passear no campo mostrando-nos uma ideia
excelente sobre a qualidade alta e a habilidade técnica da pintura
egípcia antiga. Na realidade, desde os remotos tempos da história,
os egípcios exreceram a pintura e conheceram cores diferentes, pois
muitos jarros e vasos pintados que datam das culturas predinásticas
por volta de 5000 a.C nos oferecem uns exemplos de decorações com
figuras animais e humanas pintadas, sobretudo aqueles que pertencem
aos períodos conhecidos pelos egiptólgos com os de

Nagada I e Nagada II . A partir da época
dinástica os estilos de pintar se desenvolveram e havia pinturas
executads em pedra, madeira, e cerámica. Os pigmentos usados eram
feitos de substâncias minerais e naturais. Por exemplo o branco foi
feito de calcário, o preto de carvão, a cor verde era de malaquita,
o azul foi feito de azurita, o rosado de óxido de ferro, o vermelho
de ocre vermelho, e o amarelo de ocre amarelo.
As cores sempre desempenhavam um papel imoprtantíssimo na vida dos
egípcios antigos. A maioria dos túmulos de Saqqara e Tebas ainda
mantem as cores originais que ilustram sem dúvida a alta capacidade
artística do pintor e escultor egípcio. O pigmento era moído numa
paleta de pedra, logo se juntava água, cola, e finalmente tudo foi
misturado com gengiva como um adesivo. A cena foi executada com
tipos diferentes de pincéis. Quando o pintor acaba o trabalho,
começa a revestir o painel de uma camada de verniz feito de cera
para proteger as cores. É curioso que o ganso era um item principal
nos banquetes dos antigos egípcios e também era um elemeto
fundamental das oferendas e sacrifícios oferecidos nos templos. O
historiador grego Herodoto exclamava quando soube que o ganso era
considerado uma ave sagrada para o deus do Nilo Hapi, e ao mesmo
tempo era entre os mais importantes elementos da gastronomia egipcia.
Este Painel foi descoberto na mastaba dos príncipe Nefer- Maat e a
sua esposa Atet na região de Maydum. É uma parte de uma cena
completa que decorava a parede inferior num corredor que antecede a
capela da Princesa Atet. É uma mastaba construída, em geral, de
adobes, revestida de lajes de pedras calcárias. Esta mastaba que foi
descoberta pelo grande egiptólogo francês Marriette em 1871, e data
do tempo da dinastia IV (2680-2560 a.C aprox.). Acredita-se que o
príncipe Nefer-Maat é um dos filhos do grande rei Senefru, o
fundador da dinastia IV.
O painel mostra 6 gansos que passeiam em paz no campo, ou numa
quinta, três estam representadas com direcção à esquerda e três à
direita. Nota-se que os dois gansos nos cantos extremos da cena
estão representados em posição de alimentação, pois o painel forma
uma parte de uma cena completa grande que ilustrava caça,
alimentaçao e obras agrícolas no campo. Sem dúvida a composição tem
uma simetria obvia, pois de acordo com uma linha vertical
iamginativa suposta no centro vamos ver que há três gansos em cada
parte, tendo em conta que são assemelhantes na posição mas
diferenets em executar a pintura das plumas pois desta maneira o
pintor esperto diferenciou cada um doutro. Por isso também a cena se
carecteriza pelo naturalismo. De acordo com esta linha imaginativa
vamos observar que o comprimento de cada parte do painel é
exatamente igual à outra. Vendo a cena por outra perspectiva, o
artista era fiel à natureza proque mostrou os detalhes avulsos das
plumas de um modo extraordinário. Por outro lado o painel ilucui um
grande expemlo da treceira dimensão da arte, primeiro porque existe
um fundo que mostra arbustos, segundo por que os dois gansos no meio
escondem a parte traseira do segundo ganso em cada lado dando o
senso de movimento. E para além disso, ambos os gansos nos cantos
estão representados com pico aberto que expressa movimento.e
dinamismo.

Este conjunto familiar de estátuas representa um nobre chamado
Seneb e a sua família, a sua mulher, e os seus dois filhos. Estas
estátuas foram descobertas na ma
staba
de Sneb na região de Guiza perto da Pirâmide de Quéops em 1926-1927
pelo egiptólgo alemão Juniker. O Anão Sneb era um egípcio nobre que
alcancou uma ofício alto no palácio do rei, pois era Chefe de todos
os anãos do palácio real responsáveis dos armários reais. Também
tinha um Ofício clérigo em que diz respeito aos cultos funerários
dos reis Quéops e Jedefrá da dinástia IV. Este conjunto familiar de
estátuas foi feito de pedra calcária pintada. Sneb está representado
sentado com barços cruzados e em posição de um escriba.
A sua deformidade é clara no seu corpo, enquanto que a sua cabeça e
seu torso foram formados exageradamente em tamanho grande em
proporção com os seus braços e pernas diminutivos. Sneb está
representado com uma peruca, vestido de uma saia curta. A sua esposa
está representada sentada ao seu lado, encirculando o seu esposo com
os seus próprios mãos como um sinal de amor e ternura, colocando uma
peruca preta sobre o seu cabelo natural, levando um vestido comprido.
Os seus filhos estão colocados no lugar das pernas do pai, talvez o
escultor não queria curtar a monitória da cena, ou seja ele queria
manter a unidade da composição. Ha outra explicação que acredita que
os filhos foram colocados neste lugar como um símbolo que na velhice,
os filhos vão ajudar o pai como se fossem as suas próprias pernas.
Mas também pode ser um sinal da união da família.