
O
nome original de Akhenaton é Amenhotep IV, filho e sucessor
do rei Amenhotep III da
rainha Tiy. Reinou por quase 18 anos, passou os seis
primeiros anos
em Tebas
tentando de divulgar
a nova religião de Atón ou seja o Atonismo, rejeitando todos os
outros deuses tradicionais, adorando apenas um único deus chamado de
Atón representado simbolicamente pelo disco solar do que se
estendem raios solares que terminam por mãos humanas. Além disso,
ele converteu o seu nome de Amonhotep
a Akh-n-Itn (Akhenaton) que significa o útil para Atón
mas quando encontrou uma resitência dura por parte dos sacerdotes de
Amón imigrou com os novos fieis para o norte, fundando nova cidade e
capital chamada de Akht-Atón que significa o horizonte de
Atón que actualmente é o local da vila de Tel El Amarna
(Al Menya). Durante
aquela época
Akhenaton não lhe interessava as campanahs militares, era um rei
meditativo e pacífico. Uns historiadores acham que tanto Akhentaon
como a sua família sofriram de uma doença, por isso foram
representados nesta forma com corpo inchado. Mas na realidade havia
uma revolução artística
naquela
época, pois pela primeira vez havia uma tendência de realismo. Mas
as fisonomias junto aos pormenores do corpo eram figurados com
exageração excessiva, com corpo inchado e magro, crânio
rectangular, pescoço magro e longo, e abdomen cheio e gordinho
enquanto as pernas eram muito magras. Estes quatro colossais do rei
Akhenaton foram descobertos no Este do templo do
Karank.
De verdade, sabemos que Akhenaton mandou construir um templo para
Atón na área localizada ao este do templo de Amón-Rá no Karnak
durante os seis anos que passou em Tebas. No Pátio aberto
deste templo de Atón havia 28 pilares e em frente de cada um havia
uma estátua colossal em forma osírida. Essas grandes estátuas foram
enterradas até o ano 1920 quando uma expedição francesa fez
escavações no karnak e descobriu um conjunto de estátuas colossais
que
pertencem ao
rei Akhentaon. No Museu Egípcios encontram-se quatro colossos do
rei Akhenaton com todas as características artísticas do período de
Tel El Amarna como o crânio quase
rectangular, uma cara longa e lábios grossos, um corpo inchado, uma
barriga gordinha e pernas magras. Segundo o Atonismo o realismo
desempenha um papel importantíssimo na arte. Por isso qualquer
imperfeição ou tipo de deformação tem que estar figurada com
sinceridade pelo artista, mas parece que esta regra acabou por uma
exageração excessiva.

A
rainha Nefretiti é uma das mais ilustres figuras da História
Egípcia que desempenhou um
grande papel nos acontecimentos durante o reinado de Akhenaton.
O seu nome siginfica “A bela está vindo ”. Não se sabe
exatamente qual é a sua origem, uns acham que
foi
egípcia, talvez fosse a filha de Ay aquela
figura que fez um papel importante durante os últimos anos do
reinado do Akhenaton. Outros julgam que
foi
a filha do rei Amenhotep
de uma esposa secundária.Também
há uma hipótese que diga que ela
é
de origem asiática quem veio do reino de Mitani
no
Iraq ou seja uma princesa mitaniana que veio
à
corte de Amenhotep III, o pai de Akhenaton. Além
disso, apareceu outra hipótese que diga que
foi
de origem núbia
!
De quaqluer maneira,
Nefretiti levou o título especial de “nfr-nfrw-Itn-mry-w3c-n-Re”
que significa “A mais bela de Atón a única amada de Rá” .
Nefertiti casou-se com Akhenaton e emigrou com ele para a nova
capital Akhet-Atón (Tel El Amarna). Ela deu luz a seis
filhas; três morreram quando eram crianças durante a vida dos seus
pais, enquanto que as outras três sempre apareciam por cenas
diferenets com os
seus próprios
pais. De repente, no ano XVI do reinado de Akhenaton Nefertiri
despareceu e não se sabe a razão, ninguem sabe exatemente o que
aconteceu. Mas parece que
sequência
de uma visita levada a cabo pela
sua sogra, a grande
rainha-mãe
"
Ty "
à cidade de Tel El Amarna, Nefretiti abandonou o palácio
real, e faleceu um pouco depois.
Esta cabeça inacabada
de quartzo é foi descoberta pelo Instituto Alemão de Arqueologia no
estudio do famoso escultor Tohotmus (Totmosis), em Tel El
Amarna.Talvez este escultor tivesse uma relação íntima com a família
real. Esta
testa
fez parte de uma estátua composta, pois surgiu naquela época uma
inovação artística. Havia,
de facto, uma grande evolução artística quando pela primeira vez
apareceu as estátuas compostas de duas partes separadas; a cabeça e
o corpo.
Em
outras palavras esta cabeça foi feita separada e foi preparada para
estar fixa a um corpo de uma estátua.
A
parte inferior da cabeça foi entalhada e preparada para receber a
coroa da rainha, não sabemos como foi a forma da coroa, mas apenas
pela comparação com a coroa da famosa cabeça de Nefertiti exposta no
Museu de Berlin suponhamos que foi uma coroa comprida e azul. O
escultor não acabou de gravar os detalhes da cara. Os olhos, as
pestanas, e as bochechas foram pintadas. Não se sabe porque esta
cabeça foi deixada inacabada, provavelmente o escultor encontrou
umas falhas na pedra
antes de terminar
o seu trabalho, mas pode ser
também,
que o
desaparecemento da próprio
rainha desapareceu
levou o escultor
a
o deixá-la
incompleta.

É
uma
pequena estátua
impressionante que representa o rei Akhenaton levando
uma
tabela ou travessa de
diversas
oferendas. Foi acahada em Tel El Amarna, em 1911 pelo
Insitituo Alemão de Arqueologia. A estátua tem
apenas
35 cm.de altura.
representando
Akhenaton de pé oferencendo uma tabela ou travessa
cheia
de oferendas
e viveres
ao deus Atón.
O material é
a
pedra calcária
salvo
o pedestal que
é
feito de mármore. É curioso que a estátua foi descoberta dois anos
depois do achamento do pedestal em que se encontraram traços de
pedra calcária enquanto que abaixo dos pés da estátua havia traços
de mármore o que levou a acreditar que o pedestal pertence a
estátua. Como se sabe, durante a Época de Tel El Amarna havia uma
revolução na arte junto ao realismo que caracteriza a produção
daquela época da História do Egipto. O rei
assegurando a
travessa de oferendas distintas está figurado com a coroa famosa
chamada de “Kheprech” que foi um sinal do poder. Parece que a
cinta que adornava a coroa junto a cobra divina foram roubadas,
provavelmente porque foram
feitas
de ouro
ou material precioso.
O rosto do rei,
reflecte claramente, todos os aspectos faciais realísticos do rei.
Akhenaton,
vestido
de uma saia pintada, calçado de duas sandálias.
É patente que além dos rostos calmos
calmos, a
estátua revebera
uma
posição doméstica,
tendo em conta que foi
a primeira vez que o soberano do Egipto foi representado com as
sandálias e com pernas juntas.

É
uma pequena estela com 44 cm. de comprimento e 33 cm. de largura.
Foi achada em
1912, em Tel El Amarna pelo Deutsche Orients-Geselschaft. É
uma estela de pedra calária que representa a família real de
Akhenaton numa cena de intimidade particular e doméstica. Este tipo
de estelas foi conhecida
como Estela de Casa, pois era considerada como um ícone
guardado numa capela
ou sacrário
especial nas casas da cidade de Tel El Amarna
na era de Akhenaton
e foi
abrigada
numa persiana de madeira. Na parte superior da cena encontra-se o
disco solar que representa o deus Atón que está entalhado em relevo
profundo. O disco solar está estendendo os seus raios que terminam
com o sinal da vida cnh (Ankh ). O rei e a rainha
estão sentados numas cadeiras confortáveis
com coxins, e entre o casal real encontra-se a filha maior
Mryt-Itn, enquanto as
outras
duas filhas Makhet-Itn e
Ankh-s-n-pa-Itn
estão representadas sobre as pernas da sua mãe Nefertiti. Akhenaton
está dando um pendente a sua filha Mryt-Itn enquanto existem
outro pendente similar e dois colares sobre as suas pernas.
Makhet-Itn está de pé sobre o joelho da sua mãe, tentando de
tocar a sua barba como se fosse uma sinal
infantil
de chamar a atenção da mãe. O rei está representado com uma coroa
azul e uma saia prateada, enquanto a rainha está representada com
uma coroa azul e um vestido decorado de um cinto, e também o seu
pescoço está ornamentado com um colar que cobre uma parte do seu
peito.


Mesmo uma
estátua inacabada,
reverbera, obviamente, um dinamismo e intimismo impressionante. Foi
achada também no estudio do famoso escultor Tohotmus en Tel El
Amarna em 1912 pela Expedição Alemã de Deutsch-Orient
Geselshaft. Foi feita de Pedra calcária. Akhenaton está
representado sentado no trono beijando uma figura anónima sentada
nas suas pernas. Não se sabe exatamente quem foi essa figura pois
não há
inscrição nenhuma. Provavelmente represente a sua filha Mryt-Itn
ou se
calhar pertence
a segunda mulher
de Akenatón
Kiya. De
qualquer modo, a figura anónima tem rostos infanteis, com uma peruca
comprida e os seus pés estão repousados num pedestal, girando a sua
cabeça em direcção à cara de Akhenaton beijando-o, tocando o braço
do rei carinhosamente.
Durnate o tempo do Antigo Reino o sarcófago era simples e de forma
plana, sem ou com poucas inscrições. Era feito de pedras calcárias,
e
às vezes de diorito ou de alabastro. Mas no Novo
Reino os cofres
sobretudo as interiores
eram feitos de madeira ou cartonagem. Os egípcios antigos inventaram
um tipo de máscaras para cobrir o corpo enteiro. Logo esta ideia foi
desenvolvida passo a passo até que o sarcófago se transformou à
forma antropoide tomando a forma da múmia para preservar o cadáver
por um lado, e por outro lado para imitar a Posição
de Osíris. As primeiras decorações dos sarcófagos antrpoides,
penderam
em geral,
para a imitação das
plumas. O rei morto
estava deitado
num cofre antropoide de madeira que,
e este
por seu turno, estava colocado dentro de outro maior de pedra.
Este sarcófago foi achado em 1907 pela
expedição do
egiptólogo
Theodor M. Davis
no túmulo número 55 na região do Vale dos Reis,
ao
oeste de Luxor.
Ao
princípio se acreditava que pertencia à rainha Tiy, a mãe de
Akhenaton
e esposa de Amoenhotep III.
Quando
destamparam
o
sarcófago,
a múmia estava deitada numa posição feminina
(a mão direita estava repousada sobre a mão esquerda).
Mas quando Eliot Smith usou os raios X para examinar a múmia
constatou-se que a múmia pertence a um homem e não a uma mulher como
se acreditava dantes. Ele reveleu que o corpo pertence a um homem
que leva o título
nefr-nefrw-Itn-mry-wá-n-Rá quem faleceu quando tinha menos
de 25 anos
de idade,
e como é
sabido
Semenkh-Ka-Rá
faleceu
jovem
depois da morte de Akhenaton. Na realidade, não se sabe muito
sobre a
vida de
Semenkh-Ka-Rá,
mas provavelmente
foi
o meio-irmão de Akhenaton quem apoiou
o novo culto de Atón e imigrou
com Akhenaton para a cidade nova
de
Tel El Amarna
(Akhet-Atón).
Também
foi
o marido da filha de Akhenaton Mryt-Itn. Provavelmente foi
nomeado co-regente
por Akhenaton nos últimos anos do seu reinado. Infelizmente Semenkará
desapareceu em circunstâncias ambíguas, provavelmente fosse
morto por uma conspiração por parte dos sacerdotes de Amón durante o
período de luta entre Akhenaton e o clero de Amón. Infelizmente o
cartucho do proprietário do sarcófago foi demolido.
Este
sarcófago
antropoide é feito de madeira dourada. Os seus aspectos faciais são
deformados, talvez isto foi feito á propósito. Encontra-se uma cobra
que adorna a frente da cabeça, mas segundo as crenças do período de
El Amarna isto representa apenas um emblema de monarquia. A barba é
curvada para indicar que pertence a uma pessoa morta e esta pintada
em azul que foi a cor do deus Rá. O pescoço está adornado com um
colar composto de várias contas conhecido como o Wesekh, que
contem materias de
várias
cores e cada cor simboliza a um deus, aqui as cores são tradicionais
e não de valor religioso.
Nas
mãos encontram-se dois furos nos que
guardavam o cetro e o bordão.
A parte inferior do
sarcófago
está decorada
de
uma representação de plumas da deusa Maat.
É curioso que a base do sarcófago desapareceu, e uns anos depois
apareceu em Alemanha, e finalmente foi exposta no Museu de
Munich. Recentemente e depois de negociações com as autoridades
alemãs a base foi recuperada e está em exposta, hoje em dia no
Museu Egípcio do Cairo. É curioso que quando os
egiptólgos estudaram esta base encontraram que provavlemente este
cofre pertença ao rei Akhenaton !!