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Elefantina É uma ilha de rochas de granito, fica em frente da cidade de Assuão. Antigamente, na época predinástica foi habitada e a partir do período da dinastia I atingiu grande importância religiosa, comercial e militar, e manteve assim até o fim da História Egípcia Antiga. Elefantina foi nomeada de Apw em Hierólglifos, logo foi conhecida pelos gregos como “Elefantina” provavelmente porque lá houvesse um centro mercantil ou mercado notório onde se vende o marfim africano. Sabe-se que os reis egípcios construiram templos dedicados à tríade da ilha ( Khnum, Satet e Anqet). Quando as actividades comerciais foram transferidas a cidade de Assuão durante a época Greco-romana Elefantina começou a perder parte da sua importância. No século V a.C a ilha foi convertida a uma fortaleza pelos romanos. Infelizmente os monumentos da ilha foram usados por séculos como pedreiras o que resultou em grande destruição das estruturas antigas. Entre as mais marcantes ruínas monumentais do local destacam-se: O templo da deusa Satet, a deusa da Guerra e a esposa do deus Khnum, deus da criação segundo as crênças antigas. Este templo foi construído na época Ptolomaica. Parece que tal templo foi instalado em cima de ruínas de outro templo mais antigo datado do reinado de Hatshepsut (a dinastia XVIII). As ruínas do templo do deus Khnum ainda se encontram lá, e atestam que aquele templo construído no reinado de Nekht-Nebf (o último faraó nacional da dinastia XXX) foi, de facto, enorme e de destaque. sabemos também que houve aumentos adicionados à construção durnate o período Greco-romano. Ali também se encontra o cemitério dos carneiros sagrados que abrigam muitos sarcófagos de pedra, em uns deles umas múmias de carneiros foram achados, e esses carneiros, sem dúvida, símbolizam ao deus Khnum, deus da criação e senhor da catarata. Hoje em dia essas múmias estão exibidas no Museu de Assuão na ilha.
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