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                                           Eclusa de Esna

A eclusa de Esna é um dos monumentos caresmáticos da cidade de Esna, uma das mais importantes cidades do estado Luxor, no Sul do Egito. A eclusa de Esna  foi a principal fonte de de irrigação para o estado Qena, fornecendo água para 125 mil hectares de terras agrícolas. Foi construída entre 1906-1908  usando blocos e pilares de pedras e rochas de arenito. Em 1947 foi renovada e reforçada. Tem uma barragem que mede cerca de 1 km de comprimento com 120 comportas.

A Eclusa Nova de Esna

A partir de 1978, diversas organizações internacionais e grandes empresas de consultoria fizeram estudos sobre a barragem existente e sobre as melhores soluções a adoptar, chegando à conclusão de que não era mais útil a reparação da barragem antiga e que um novo montada deve ser construída no lado sul da antiga eclusa.

Baseado em um projeto executado pela empresa francesa SOGREAH, em 1986, o Ministério egípcio das Obras Públicas e Recursos Hídricos, de acordo com o Ministério da Energia, anunciou um concurso internacional para a construção da nova barragem, que incluiu também uma usina hidrelétrica capaz de porduzir mais de 600 GWh de energia elétrica por ano.

 
Os objectivos fundamentais do projeto podem ser resumidas como  a seguir:

1) Garantir um uso melhor da água de irrigação, permitindo  manter e ampliar  as áreas irrigadas nos próximos anos;
2) Tratamento das erosões futurs do curso do rio;
3) A produção de energia elétrica.
4) Permitir melhores condições de navegação através da construção de uma Eclusa com uma capacidade de passagem de barco maior do que o antigo e suficiente para satisfazer as necessidades do trsnidto fluvial;
5) A construção de uma estrada alternativa no topo da barragem para ligar as duas margens da cidade.

O convite para este projecto, que foi de altíssima prioridade para o país, despertou o interesse de várias nações, incluindo a Itália, que expressou sua vontade de contribuir para o financiamento do Projeto.


A oferta do grupo italiano, que é constituído pelas empresas Impregilo italiano, o líder do grupo, e Cogefar (agora fundido em uma única empresa conhecida como Impregilo SpA) para as obras civis e GIE (agora Ansaldo Energia), com a participação da Romênia Romenergo para a parte hidro-mecânico, foi a melhor.

O contrato foi assinado em março de 1989 e a construção iniciou-se imediatamente.

As obras começaram em 01 de abril de 1989.   uma um acmapamento como zona residencial grande para os operários foi contruida. Ao mesmo tempo, uma ensecadeira foi realizada para separar a zona esquerda do Nilo, em que as  concertas obras  foram localizados: a Eclusa, Estação de eneregia. 

Uma campanha geológica foi realizada a fim de controlar e definir alguns dados básicos encontrados nos documentos do concurso, e o desenho final foi desenvolvido. também a parte de engenharia civil que foi atribuído à empresa italiana ELC - Electroconsult do Milão.

 A terraplanagem foi impermeabilizada, por meio de uma parede diafragma de 40 metros de profundidade, e toda a área é delimitada foi secada e mantidas secas por uma rede de bomba especial, enquanto que as escavações e obras de concreto foram realizados.

Como, a fundação inteira das obras está sobre a areia, paredes diafragma até 40 metros de profundidade foram construídas para impedir a passagem de água. Tanto a parede diafragma embaixo da barragem, como a outra na ensecadeira temporária foram construídas por um grupo de sub-empreiteiros especializados, liderado por Rodio de Casalmaiocco (Milão).
 

Todas as obras de  a respeito,  que ocupa cerca de 300.000 metros cúbicos, foram construídas em 20 meses, c

Quando a ensecadeira provisória foi removida, a navegação pelo Nilo foi desviado do lado direito do rio para o lado esquerdo, através da Eclusa, enquanto o lado direito era fechado por uma barreira de pedra que obrigou o fluxo inteiro de água para passar através do vertedouro e a barragem, em seguida,  a repressa de encerramento foi construída em materiais granulares com proteções em enrocamento e uma parede diafragma impermeabilização.

Ao mesmo tempo, como as obras civis, o grupo eletromecânico conseguiu fornecer e montados os componentes hidromecânicos, as turbinas, o equipamento auxiliar e plantas e as partes elétricas.

Para o Turista a bordo de um barco, passagem pela eclusa de Esna represengta uma experiência única e agradável, desde que se respeitem alguns conselhos elementares: a manobra é sempre devagar e com muito cuidado. É muito importante ficar paciente se vários barcos estiverem à espera para esperara o turno para passar. O atravessamento dos barcos pela eclusa que apenas dá para dois cruzeiros, ocorre depende de uns factores; a hora da chegada a entrada da eclusa, o turno de cada braco, que deve ser respeitado, e a estação do ano, pois sempre que o nível de água é baixo entre outubro a maio, isto significa que há uma diferência enorme entre o nível de água na eclusa e no restante do curso do rio o que demora mais tempo para encher o canal da passagem por aguas. Entre outubro a setembro, a época do Alto-Nilo, o atravessamento é mais rápido. É muito recomendável ver o momento da passagem do cruzeiro, vendo a tarefa admirável e prezada dos orientadores, tripulantes e o capitão do barco.

 


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