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Museu de Mahmoud Khalil

Um dos mais impressionantes museus do Cairo que vale a pena visitar é, sem dúvida, o Museu do Sr. & Sra Mohamad Mahmoud Khalil localizado na avenida de Morad,Gizé perto do centro da cidade. É um único lugar de grande prestígio onde se exibem variedades de obras fascinantes, colectadas durante quarenta anos pelo sr. Mahmoud. Khalil e a sua esposa, graças a alta formação e ao suplime gosto desse estimado e culto casal. Na realidade, M. Mahmoud Khalil era uma uma figura muito conhecida na sociedade egípcia, pois era o presidente do Parlamento Egípcio de 1938 a 1943. Além disso, foi, de facto, um casal obsecado pela colecção das obras de arte, e portanto percorria incessantemente trás as obras únicas e valiosas, venerando a beleza ondequiera, assistindo a muitas galerias, exposições e salões de arte para buscar trabalhos e peças genuínas. Isto foi um tipo de paixão acerca das obras de arte por um casal que entre o rol das suas vertudes havia a valorização do sentido estético das obras e a apreciacão do talento humano. Quando faleceu o mardio em 1954, o seu palácio estava pleno de grande quantidade de obras de arte. Posteriormente, a viúva francesa Emiline com amor e lealdade à memória do marido deixou um testamento escrito que condescendera a sua própria casa inclusivamente a móbilia e as antiguidades valiosas ao ministério de cultura, solicitando a trasnsformação do seu lar luxouso a um museu de arte sob o nome do Casal Mohamad Mahmoud Khalil. Em 1960, o ministério de cultura realizou aquele desejo e em 1962 publicou-se o primeiro guia do museu que catalogou os despojos e os bens do pequeno palácio. Em 1970 o ex-presidente Sadat tomou o museu como uma residência própria e portanto os objectos foram transferidos ao palácio de Omar Tosson, no bairro do Zamalek no Cairo. Em 1995 o museu foi renovado e inaugurado ao público. O Museu de Mahmoud Khalil contém uma colecção fantástica de obras distintas, pertencentes a várias escolas e tendências interncionais e o mais imporatnete é que datam de eras diferentes, contudo, grande parte dos objectos expostos data dos séculos XVIII, XIX e XX. São, de facto, umas variedades raríssimas que incluem além de estátuas e bustos de bronze, mármore, e pedra calcária, obras em cerámica e porcelana, louças, vasos  chinesas, japonesas e turcas, frascos para perfumes, caixas coloridas e figurilhas de vidro. Para além disso, o museo tem cerca de 150 quadros e retratos genuínos feitos pelos mais famosos artistas e pintores do mundo como: Paul Gaugin, Van Gouch, Ribot Theodule, Courbet, Winterhalter           Retrato de Mahmoud Khalil etc.                                                                                                                                                                            

Ao passar pela entrada suberb,a o visitante chega ao andar do rés do chão, que além de um corredor espaçoso e duas escadas situadas em ambos os cantos que, cada uma dirige ao primeiro andar, contém umas salas e escrtórios da administração. Na sala (1) localizada relativamente em frente da entrada do museu, se encontra uma estátua muito característica de bronze chamada "Apelo Às Armas" (La Appeal Aux Armaes) feita pelo escultor Ridam August (1840-1917). Nesta sala também se encontram vasos de cerámica chinesa e porcelana da china e do japão datados dos séculos XVII, XVIII, e XIX. Ao dirigir-se ao lado direito encontra-se uma sala (2) que exibe um conjunto de objectos; no centro, relativamente, há três peças de escultura colocadas sobre uma mesa de mármore, feitas pelo escultor francês Charels H. Joseph (1837-1905), a primeira (à direita) representa um busto de bronze de uma mulher de rostos orientais árabes, a segunda estátua (no meio) representa o violista velho feita de barro cozido, enquanto a terceira (à esquerda) representa um busto de bronze de um homem idoso com aspectos faciais árabes nomeadamente cairotas ( do Cairo). Na mesma sala existem uns quadros de óleo colgadas nas paredes; ao lado direito se encontra um painel de óleo sobre tela chamado “ Pastorícia do Cabral nos Alpes” do italiano Maniere de Segantini. Também se encontra uma pintura do artista francês Utrillo Maurice ( 1882-1955) conhecido como “ A Rua de Royale em París” Ao outro lado da parede direito se encontra uma pintura de Paul Gaugin ( 1848-1903) entitulada “Cena nas Ilhas de Domínicas” ( Scene a la Dominque). Agora saindo desta sala, voltando à primeira sala, encontra-se uma sala elegante (3) que contém um conjunto de peças de arte. Na realidade, ao entrar essa sala chama a atenção muito o busto de bronze que representa o ilustre líder político nacional Saad Zaghlol, um dos mais importantes símbolos patrióticos da nação egípcia que desempenhou um grande papel nos acontecimentos políticos durante o primeiro tércio do século XX. Este característico busto foi feito pelo escultor Yourievitch. Também se encontra o retrato do próprio fundador do museu M. Mamoud Khalil, executivado pelo pintor Gabriel Biessy (18451935). Além de um enorme tapete colgado à parede esquerda, feito na Bélgica e data do século XVII, há um conjunto de vasos e ánforas de materiais differentia caracteizdas pela beleza e perfeição sobreyudo aquela ánfora de vidro que data do século 1 a.C . De volta ao corredor onde se encontram duas escadas de pedra; uma no lado direito e outra no lado esquerdo, passando até o canto esquerdo, encontra-se outra pequena sala (4) onde se exibem obras de óleo. O primeiro quadro desta sala é um retrato da princesa bellíssima de Wagram (Princesse de Wagram), pintado por Winterhalter. Também o visitante pode ficar momentos de contemplação e admiração adiante do sorriso encantador da Beduina ( Beduine ), uma pintura feita por Forcella. Há duas obras nesta sala que ilustram uma parte do ambiente e das tradições egípcias no século XIX; a primeira é de Marihat Prospier que ilustra o Cairo Antigo enquanto a segunda feita por Bercere Narcisse (1818-1891) mostra uma Boda Típica (festa de casamento) do Cairo popular do século XIX. E enfim chama a atenção o quadro de óleo sobre madeira chamada “ A Caça ” ( La Chasse ) que pretence à Escola de Rubens.

O Segundo andar do Museu tem uma colecção de pinturas e obras de bronze. Em duas salas especias existem duas pinturas fascinanentes egenuinas; a primeira chama-se " Ramo" uma obra genuine de Van Gough, enquanto a Segundo é " a Vida e a morte" de Gougain.
 


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